Coluna Educação – 01.06.2025 – Como funciona o ensino técnico?

Por Luzedna Glece(*)

Como funciona o ensino técnico?

O ensino no curso técnico é muito mais voltado para o mercado de trabalho, o contrário de uma Universidade, onde toda a teoria é posta antes da prática. Além disso, o curso técnico ensina a exercer uma função específica e necessária no mercado da região.

Ele é extremamente focado, e costuma durar um ou dois anos, e o custo é bem mais baixo do que o de uma universidade. Ou seja, ele é, sem dúvidas, o caminho mais curto entre o Ensino Médio e o mercado de trabalho.

É uma ótima opção para todos, principalmente para quem quer ingressar mais rápido no mercado de trabalho. O curso técnico é uma boa ideia também para quem está mudando de área ou reforçando um conhecimento que adquiriu na prática.

Desta forma, fazer um curso técnico traz muitas vantagens. Chegou a hora de escolher a sua profissão para o futuro!

Crescimento dos cursos técnicos

O crescimento dos cursos técnicos é um grande estímulo tanto para o ensino, quanto para o crescimento do mercado de trabalho de trabalho. Todavia, o Ensino Técnico é uma ponte para o Ensino Superior. Iniciar por cursos técnicos transforma o profissional e o torna muito mais capacitado.

As pesquisas mostram que cerca de 80% dos alunos que possuem formação técnica tem conquistado ótimas colocações e melhor reconhecimento no mercado de trabalho. Sendo assim, é através dos cursos técnicos que milhares de jovens estão conseguindo ingressar no mercado de trabalho, com melhores vagas e melhores salários.

Uma formação técnica aumenta em 50% as chances de entrar no mercado de trabalho, e o salário de um profissional técnico pode ser até 30% maior. Mas essas não são as únicas vantagens do curso técnico. Veja abaixo, as 5 principais vantagens de ter um curso técnico no currículo:

Conteúdo prático

O conteúdo estudado em um curso técnico leva a prática da profissão para a sala de aula. O aluno de cursos técnicos da CPET por exemplo, tem conhecimento sobre o cotidiano das tarefas que serão desempenhadas em uma empresa e isso é importante porque ele chega mais preparado no mercado de trabalho.

Mais acessível

Os cursos técnicos são muito mais acessíveis. As mensalidades são mais baratas se comparadas com cursos superior por exemplo. O que é ótimo tanto para o aluno que sai do ensino médio, quanto para o adulto que já está no mercado de trabalho mais quer um diploma para destacar-se.

Além disso, tem uma duração bem menor, entre um ano e dois anos, sem contar com as opções de cursos online, como na CPET. Onde o aluno faz seu próprio horário, podendo concluir em meses o ensino técnico.

Sendo assim, isso não só significa menos despesas como também a possibilidade de entrar no mercado de trabalho de forma mais rápida.

No Brasil existem muitas vagas de trabalho abertas e sem ninguém com qualificação para preenchê-las. Portanto, aposte em cursos técnicos e seja um profissional capacitado, cheio de co-nhecimento e de sucesso!

Por fim, conseguimos aprender que fazer um curso técnico pode ser uma boa maneira de começar a carreira dos seus sonhos, conseguindo um emprego de forma rápida e muito bem selecionado.

O mercado de trabalho busca bons profissionais e você pode estar apto a isso. Busque por ensino qualificado, professores profissionais e atue com maestria na sua profissão.

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 24.05.2025 – Família e escola: uma parceria essencial na formação de valores e da cidadania

Por Luzedna Glece(*)

Família e escola: uma parceria essencial na formação de valores e da cidadania

“O envolvimento entre responsáveis e educadores fortalece princípios éticos e sociais desde a infância”

A parceria entre escola e família é um dos pilares fundamentais na educação de crianças e jovens. Ao escolher uma instituição de ensino, os responsáveis devem considerar não apenas o desempenho acadêmico, mas também os valores que a escola vivencia e transmite aos alunos.

Entre eles, empatia, respeito e justiça são princípios ensinados no cotidiano familiar. Especialista em psicologia e psicopedagogia explicam que os estudantes geralmente têm os responsáveis como referência para as suas próprias ações. Segundo eles, se os pais valorizam seus compromissos e prezam pela pontualidade, a criança tende a reproduzir esse comportamento no dia a dia escolar, seja ao respeitar os horários de entrada e saída, os combinados para dormir ou os momentos de lanche. Essas vivências ajudam a formar e internalizar valores.

A escola também cumpre um papel fundamental, ao oferecer um ambiente onde os valores são praticados cotidianamente por todos os profissionais. Nesse sentido, é possível adotar ações simples e eficazes desde a educação infantil para reforçar essa formação, como cumprimentar colegas e professores, agradecer quando alguém ajuda em tarefas do dia a dia, convidar colegas sozinhos para brincar, ajudar quem enfrenta dificuldades em sala e compartilhar materiais.

Além disso, os educadores, muitas vezes, percebem comportamentos que podem sinalizar desafios no convívio familiar. A escola, então, atua como uma parceira ao alertar os responsáveis sobre atitudes que merecem atenção. Porém, pais não se dão conta de como suas próprias ações impactam a formação das crianças. O diálogo entre escola e família é essencial para alinhar condutas e construir uma relação harmônica e coerente.

O respeito à diversidade, a inclusão e os direitos humanos devem estar presentes na escola da mesma forma que na sociedade. Valores como empatia, solidariedade, cooperação, tolerância, justiça e diálogo são universais e fundamentais para uma convivência saudável. Por isso, fortalecer a conexão entre família e escola é um passo decisivo para combater o bullying, que ainda é muito recorrente em diversos ambientes escolares, e para criar um local onde todos se sintam acolhidos, respeitados e felizes por estarem juntos.

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 18.05.2025 – Construindo pontes de amor

Por Luzedna Glece(*)

Construindo pontes de amor

A matéria dessa semana convida pais e filhos, através do relato de um pai sobre a comunicação estabelecida com o seu filho, a refletirem sobre a importância de pequenos gestos de afeto para a construção das suas relações. Vale conferir!

O nó do afeto

Por Eloi Zanetti

Consultor e palestrante em marketing, comunicação corporativa, criatividade e vendas. Eloi é co-criador da Escola de Criatividade

Era uma reunião numa escola e a diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.

Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.

O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o no o meio de se ligarem um ao outro.

Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.

Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos ‘ouçam’ o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.

Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.

E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?

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(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 10.05.2025 – Dia das Mães na Escola

Por Luzedna Glece(*)

Dia das Mães na Escola

O Dia das Mães na escola é uma data importante para reforçar os vínculos entre a instituição e a família. A data, muitas vezes resumida a presentes e apresentações, é potente para falar do papel da maternidade na formação dos alunos – e esse não precisa ser um debate acadêmico.

O Dia das Mães é uma data especial. Ela celebra o amor, a dedicação e o papel fundamental das mães e figuras maternas em nossas vidas. Porém, em uma sala de aula com alunos com uma grande diversidade de configurações familiares, ela pode ser uma data difícil.

Esse é um momento de reconhecer a importância do cuidado, do apoio e do carinho das mães. Mas também é para valorizar a diversidade de estruturas familiares presentes em nossa sociedade.

A celebração do Dia das Mães na escola é uma ocasião para fortalecer vínculos, promover o respeito à diversidade e cultivar valores como gratidão, amor e união.

Para alunos que perderam suas mães, esse pode ser um dia muito difícil. Procure profissionais de psicologia e assistência social para ajudar a conversar com esses alunos. Eles podem precisar desabafar e, em alguns casos, podem se recusar a participar das atividades de Dia das Mães.

Esse é um momento de cultivar a empatia. Acolha os alunos que passam por essa situação, mas não torne as atividades obrigatórias. Sugira que eles participem da maneira que preferirem. Se for o caso, peça que esses alunos criem as próprias atividades para homenagear a memória de suas mães.

Ter boas competências socioemocionais é essencial para lidar com problemas desse tipo. Confira aqui algumas dicas para ajudar os alunos da Educação Infantil a desenvolverem essas competências!

O Dia das Mães pode continuar sendo uma celebração à maternidade. Porém, é importante entender que a maternidade não é o mesmo que foi pintado por muitas gerações. Ser mãe é algo complexo e plural. Por isso, utilize esse dia para comemorar as mães que trabalham fora, as que tiveram muitos filhos, as que nunca deram à luz, as mães adotivas e aquelas que já se foram.

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(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.