Coluna Educação – 24.08.2025 – Educação Ambiental

Por Luzedna Glece(*)

Educação Ambiental

A educação ambiental é um processo educativo que visa promover a consciência e a compreensão da interação entre os seres humanos e o meio ambiente, estimulando a adoção de práticas sustentáveis. Seu objetivo é formar cidadãos críticos e conscientes, capazes de construir valores sociais, conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a conservação ambiental e a promoção da qualidade de vida.

Conceito e Objetivos

A educação ambiental não se limita ao ambiente escolar, mas se estende a todos os setores da sociedade, incentivando a participação ativa das comunidades na busca por soluções e práticas mais conscientes. Ela busca:

– Informar sobre os problemas ambientais: causa e consequências da exploração dos recursos naturais.

– Promover a consciência: entendimento da relação entre ser humano e natureza.

– Desenvolver valores e atitudes: Adotar práticas sustentáveis e responsáveis.

– Formar cidadãos críticos: capacidade de analisar e refletir sobre as questões ambientais.

– Incentivar a participação: comprometimento com a preservação ambiental.

Importância da Educação Ambiental

A educação ambiental é crucial para a construção de um futuro sustentável, pois:

– Forma indivíduos conscientes: permite que as pessoas compreendam o impacto de suas ações no meio ambiente.

– Promove a adoção de práticas sustentáveis: estimula a redução do consumo, a reciclagem, o uso eficiente de recursos naturais, entre outros.

– Incentiva a participação social: engaja a comunidade na busca por soluções para os problemas ambientais.

– Contribui para a saúde e qualidade de vida: uma ambiente saudável é essencial para o bem-estar humano.

Ações e Práticas

A educação ambiental pode ser desenvolvida através de diversas ações e práticas, como:

– Palestras e workshops: abordando temas como mudanças climáticas, poluição, consumo consciente, etc.

– Trilhas ecológicas: promovendo o contato direto com a natureza e a observação da biodiversidade.

– Oficinas de reciclagem: ensinando a reutilização de materiais e a redução do lixo.

– Hortas escolares: estimulando o contato com a natureza e o consumo de alimentos saudáveis.

– Campanhas de conscientização: Mobilizando a comunidade para a importância da preservação ambiental.

Em Resumo

A educação ambiental é um processo fundamental para a construção de um futuro sustentável, promovendo a conscientização, a adoção de práticas responsáveis e a participação ativa da sociedade na preservação do meio ambiente.

 

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 10.08.2025 – Educação: processo fundamental para a formação humana e social

Por Luzedna Glece(*)

Educação: processo fundamental para a formação humana e social

A educação é um processo fundamental para o desenvolvimento humano e social, com potencial para transformar indivíduos e sociedades. Ela não se limita ao ambiente escolar, mas permeia todas as etapas da vida, impulsionando a busca por conhecimento, autodescoberta e cidadania ativa. A reflexão sobre a prática pedagógica e o papel da educação na formação de indivíduos críticos e conscientes é essencial para construir um futuro mais justo e igualitário.

Reflexões sobre Educação

– Transformação e empoderamento: A educação é uma ferramenta poderosa de transformação, capaz de ampliar horizontes, desenvolver o pensamento crítico e promover a autonomia. Ela permite que o indivíduo compreenda seus direitos e deveres, engajando-se ativamente na sociedade.

– Aprendizagem ao longo da vida: A educação não se restringe à infância e juventude. É um processo contínuo que acompanha o indivíduo ao longo de toda a vida, exigindo adaptabilidade e resiliência diante dos desafios.

– Conscientização e ação: A educação, especialmente a que busca a conscientização, liberta o homem, permitindo que ele reflita sobre sua realidade e se posicione criticamente diante dela. Paulo Freire, por exemplo, defendia uma educação que buscasse a conscientização e o engajamento dos indivíduos na transformação social.

– Pluralidade e respeito: Reconhecer a pluralidade de habilidades, culturas e perspectivas é fundamental para a construção de sociedades mais equitativas e respeitosas. A educação, nesse sentido, deve valorizar a diversidade e promover o diálogo entre diferentes pontos de vista.

– Prática pedagógica: A reflexão sobre a prática pedagógica é essencial para o aprimoramento do processo educativo. Professores devem constantemente questionar suas práticas, buscando metodologias que promovam a aprendizagem significativa e o desenvolvimento integral dos alunos.

– O papel do Professor: O professor desempenha um papel crucial na formação de indivíduos críticos e conscientes. Ele não apenas transmite conhecimentos, mas também inspira, motiva e acompanha o desenvolvimento de seus alunos.

– A importância da Família: A educação não é responsabilidade apenas da escola. A família desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da criança, oferecendo suporte, amor e estimulando a aprendizagem desde cedo.

Em suma, a educação é um processo complexo e multifacetado, com o potencial de transformar indivíduos e sociedades. Ao refletir sobre o papel da educação e sobre a prática pedagógica, podemos construir um futuro mais justo, igualitário e promissor para todos.

 

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 20.07.2025 – Férias escolares: tempo de brincar, criar e se conectar, longe das telas

Por Luzedna Glece(*)

Férias escolares: tempo de brincar, criar e se conectar, longe das telas

As férias escolares che-garam, e com elas o desafio para muitos pais: como conciliar trabalho, rotina doméstica e o cuidado com os filhos em casa? Para grande parte das famílias, a solução mais rápida acaba sendo recorrer às telas, como celulares, tablets e videogames, que viram as “babás digitais” do recesso.

Mas será que essa é a melhor escolha? Especialistas do Centro Universi-tário Internacional UNINTER alertam que as férias podem e devem ser uma oportunidade única para o desenvolvimento integral das crianças, longe do excesso de tecnologia.

Sheron Mendes, bióloga, especialista em Neuro-ciência do Comportamento e professora de pós-graduação em Educação na UNINTER, explica que a infância não deve ser terceirizada às telas. Estudos mostram que a hiperexposição digital está ligada ao aumento de sintomas como depressão, ansiedade, insatisfação e menor resiliência emocional.

Para Sheron, o cérebro infantil precisa de desafios reais: subir em árvores, explorar parques, aproveitar tardes de sol ao ar livre, fazer trilhas ou brincar livremente em casa. Atividades que envolvem movimento, socialização e criatividade estimulam funções executivas, como memória de trabalho, autocontrole e flexibilidade cognitiva, essenciais para o desenvolvimento emocional e intelectual.

Já Edna Gambôa Chimenes, graduada em Letras, Pedagogia e Tecnologia em Comunicação Institucional, mestre em Estudos de Linguagens e tutora de pós-graduação na área de Comunicação da UNINTER, defende que as férias são o momento ideal para resgatar brincadeiras antigas, fortalecer laços e esti-mular a imaginação. Mímica, telefone sem fio, jogos de tabuleiro, além de atividades manuais, como criar instrumentos musicais com materiais recicláveis ou montar peças de teatro, são alternativas divertidas e enriquecedoras. Segundo Edna, essas atividades promovem expressão emocional, criatividade e aprendizado de forma lúdica e afetiva.

Para as especialistas, as férias vão muito além de descanso. São uma chance para a criança desenvolver autonomia, criatividade e habilidades sociais, além de construir memórias afetivas que vão acompanhar toda a vida. Mais do que limitar o uso das telas, é fundamental oferecer experiências reais, significativas e que fortaleçam os vínculos familiares. “Antes de entregar o celular ou ligar a TV, vale perguntar: que memórias desejo que meu filho leve destas férias?”, provoca Sheron.

“As férias são uma chance única de conexão verdadeira. Mais do que uma pausa nos estudos, é um tempo de crescimento, alegria e fortalecimento dos laços familiares”, complementa Edna.

 

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 13.07.2025 – Férias escolares: 8 dicas para entreter as crianças

Por Luzedna Glece(*)

Férias escolares: 8 dicas para entreter as crianças

Com a chegada das férias escolares de meio de ano, muitos pais e responsáveis buscam maneiras criativas e educativas para entreter os filhos e crianças em casa e fora dela. Segundo especialistas, esse período pode ser uma oportunidade de fortalecer laços familiares por meio de atividades lúdicas e educativas.

Para orientar as famílias, eles reuniram oito dicas de atividades que estimulam o desenvolvimento infantil, unindo diversão e aprendizado.

  1. Passeios por parques, zoológico e museus da cidade – Além de entreter, esses passeios proporcionam vivências reais que enriquecem o repertório cultural. É uma forma delicada de alfabetização cultural, onde sentir, imaginar e narrar se tornam parte essencial do aprendizado.
  2. Jogos de tabuleiro – Jogos de tabuleiro estimulam habilidades cognitivas como raciocínio lógico, resolução de problemas, memória e atenção, além de desenvolver o planejamento estratégico. Os jogos também promovem a escuta ativa, a argumentação e o respeito às regras, elementos centrais da comunicação interpessoal.
  3. Cozinhar com as crianças – Preparar uma receita juntos é uma atividade que envolve múltiplas linguagens: leitura (de rótulos e instruções), matemática (medições), ciências (transformações dos ingredientes), e claro, diálogo constante.
  4. Esportes e brincadeiras ao ar livre – Brincar de pega-pega, pular corda, jogar bola, andar de bicicleta e patins, montar um piquenique ou simplesmente correr no parque são atividades fundamentais para o desenvolvimento físico, emocional e social da criança.
  5. Assistir a filmes e séries – Assistir a conteúdos audiovisuais pode ser muito mais que entretenimento: é uma porta de entrada para debates e aprendizagens significativas. Filmes e séries bem escolhidos funcionam como textos multimodais que despertam emoções, reflexões e vocabulário novo.
  6. Ler com as crianças – Ler com e para as crianças estimula a imaginação, enriquece a linguagem e fortalece o vínculo familiar. A leitura compartilhada ajuda a criança a compreender a estrutura narrativa, ampliar seu vocabulário e desenvolver fluência verbal.
  7. Visitar parentes e amigos – Encontrar pessoas queridas durante as férias é mais do que uma socialização: é um exercício prático de comunicação afetiva, escuta e construção de vínculos.
  8. Tarde em família e construção de álbum/baú de memórias – Separar fotos, relembrar histórias e criar um álbum ou baú de memórias fortalece os laços familiares e desenvolve a capacidade de expressão da criança.

 

Sobre a Colunista

(*)Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.