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Coluna Defesa do Consumidor – 07.12.2025 – Compra de imóvel: veja o que analisar antes de fechar negócio
Compra de imóvel: veja o que analisar antes de fechar negócio
Comprar um imóvel é um passo importante para qualquer pessoa e também um dos maiores investimentos financeiros da vida. Porém, mais do que ser dono de uma bela fachada, é preciso alinhar expectativas e realidade. A empolgação inicial, muitas vezes alimentada pelo desejo de exibir acabamentos elegantes ou uma varanda charmosa, pode ofuscar pontos essenciais que vão impactar diretamente o conforto, a rotina e até o valor do seu patrimônio ao longo dos anos.
Aspectos como localização estratégica, infraestrutura do condomínio, incidência solar e possibilidade de reformas são alguns dos fatores que merecem atenção antes da assinatura do contrato.
Antes de agendar visitas, entrar em contato com corretores ou pesquisar sites de venda, é preciso parar e refletir: o que eu realmente estou procurando em um imóvel? Para facilitar o processo, vale colocar no papel os critérios que mais importam para todos os futuros moradores.
Então, para esse momento inicial, vale considerar questões básicas como quantas pessoas vão morar no imóvel, qual a expectativa de permanência no local, se haverá necessidade de crescimento da família, home office, acessibilidade e outros usos específicos, como:
– Tamanho mínimo necessário para atender às necessidades dos moradores;
– Imóvel para uso próprio ou investimento;
– Necessidade de área externa, varanda ou espaço para pets;
– Proximidade de transporte público, escolas e comércio;
– Preferência por imóveis prontos ou disposição a encarar uma reforma;
– Limite de orçamento total, incluindo escritura, mudança e benfeitorias;
– Necessidades de comodidades para o estilo de vida (academia, piscina, coworking)?.
Essas informações logo no início facilita a tomada da decisão final.
Localização: o primeiro filtro
A questão do local também é de extrema importância. Hoje em dia, estar próximo a transporte público, escolas, hospitais, farmácias, mercados e serviços do dia a dia pode significar mais qualidade de vida. Por exemplo, para famílias com crianças e pets, a proximidade com parques, praças e áreas arborizadas é essencial para garantir benefícios físicos e mentais dos pequenos.
Além disso, vale observar se há construções e reformas que podem gerar ruídos excessivos, assim como avenidas movimentadas, poluição e até bares noturnos nas imediações que podem se transformar em pontos negativos. Por isso, a profissional recomenda visitar o imóvel em diferentes horários para obter uma visão mais realista.
Questão do condomínio
Em condomínios, portaria 24 horas, câmeras de monitoramento e acessibilidade em áreas comuns, aumentam o conforto e a tranquilidade dos moradores. É importante verificar se a taxa de condomínio cabe no orçamento e se os serviços oferecidos realmente serão utilizados pela família.
Documentação em ordem
Quanto à burocracia, o número de matrícula do imóvel permite checar o histórico da propriedade em cartório, além de confirmar a existência de pendências financeiras ou jurídicas. Consultar a prefeitura também evita surpresas com débitos de IPTU e taxas em aberto. É bom estar preparado para lidar com papeladas e contratar um profissional que ajude com todo o processo.
Novo x usado: qual escolher?
Os imóveis novos oferecem a vantagem de estarem prontos para uso, muitas vezes com acabamentos ultramodernos e plantas adaptadas ao estilo de vida atual com integração e medidas para os novos eletros do mercado. Por outro lado, o custo tende a ser mais elevado, e em alguns casos, especialmente em prédios, os ambientes podem ter metragens menores do que as encontradas em imóveis antigos.
Já os imóveis antigos podem oferecer vantagens importantes, como preços mais competitivos, espaços internos mais amplos e localização privilegiada. No entanto, eles podem exigir reformas estruturais.
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Coluna Educação – 07.12.2025 – Formatura da Educação Infantil
Formatura da Educação Infantil
Por Luzedna Glece(*)
A formatura na educação infantil é um evento simbólico, também conhecido como formatura do ABC, que celebra o fim de uma etapa crucial do desenvolvimento da criança e o início da sua trajetória escolar. Geralmente, inclui a entrega de diplomas simbólicos, apresentações preparadas pelos alunos, discursos que valorizam o aprendizado e é uma forma de fortalecer a autoestima das crianças e promover a união entre famílias e educadores.
Essa celebração marca a transição para uma nova fase da educação básica com entusiasmo e motivação, criando um marco importante na vida das crianças e das instituições de ensino, valorizando essa fase inicial importantíssima de aprendizado e descobertas.
Essa celebração pode assumir diferentes formatos: uma cerimônia simples com entrega de certificados, apresentações musicais e o uso de becas ou fantasias, ou uma festa mais elaborada com decoração temática, painel de formatura da educação infantil e fotos comemorativas.
Certificados ou diplomas simbólicos, decoração temática com elementos lúdicos, figurinos ou vestuário infantil apropriado, músicas e apresentações das turmas e uma equipe de apoio para o dia da celebração são itens fundamentais para a realização da formatura.
Para garantir o sucesso total deve-se valorizar a participação dos formandos em todos os passos, valorizar a presença e emoções dos pais, garantir registros e vídeos do evento para memória afetiva escolar e evitar formalidades excessivas, priorizando o aspecto educativo.
Torna-se necessário conscientizar de que a celebração da formatura é um reconhecimento dos pequenos e um estímulo a sequência de novas jornadas educacionais. Afinal, quando a escola comemora cada fase, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, ela propicia um ambiente positivo e motivador, contribuindo eficazmente para o sucesso dos seus alunos.
Sobre a Colunista
(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.
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Como escolher a melhor escola para seu filho?
Por Luzedna Glece(*)
Como escolher a melhor escola para os filhos? Especialistas entrevistados pela Agência Brasil dão dicas do que levar em consideração na hora de decidir onde matricular crianças e adolescentes e explicam que não existe a escola ideal, a melhor opção vai variar de acordo com as preferências da família e com as características do próprio estudante.
“Tem que visitar a escola, conhecer a estrutura física, verificar a segurança, conhecer o ambiente da escola. Não existe uma escola melhor que a outra, existe uma escola mais adequada que a outra para determinada família”, diz o mestre em educação Rodolfo Fortes, que é professor de pedagogia do Centro Universitário Iesb, em Brasília.
Formas de ensinar
Segundo a doutora em educação Shirleide Silva Cruz, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), as escolas, de acordo com os métodos de ensino que adotam, se diferenciam basicamente em dois quesitos: como lidam com o conhecimento, o que envolve o conteúdo específico que será ensinado; e, como organizam o trabalho, ou seja, com avaliam os estudantes, como é a relação do professor com o aluno. “Quando eu escolho a escola dos meus filhos, eu vou olhar como essa escola lida com as temáticas abordadas ao longo do ano, olhar as páginas das escolas nas redes sociais, ver que tipos de projetos elas desenvolvem, vou tentar captar como essa escola entende a construção do conhecimento e como ela vê o aluno”, diz.
Entender o trabalho da escola vai ajudar a evitar frustrações, de acordo com a professora. Uma escola mais tradicional, por exemplo, tenderá ter listas de conteúdos mais volumosos, usar técnicas de aprendizagem de memorização, enquanto uma escola que segue outros métodos pode priorizar mais o diálogo e ter um ensino mais livre e personalizado para os estudantes. “A escolha tem a ver com o perfil da família, que é um mundo. A família deve ter o mínimo de clareza do que quer em relação ao projeto educativo do filho. Se escolhe uma escola que tem atividades mais livres, com menos tarefa de casa, com projetos didáticos abertos, é incoerente cobrar que queria muita tarefa de casa para o filho não ficar sem nada para fazer”, diz.
Participação da família
Independentemente da escolha da escola, de ser uma escola pública ou particular, a participação e o acompanhamento dos pais são fundamentais no período escolar. “As próprias escolas procuram ter atividades para as quais chamam a família, além da própria reunião clássica. Tenho visto outras atividades interessantes no final de semana para garantir a participação de pais trabalhadores e terem esse canal como eles”, diz Shirleide.
Além disso, segundo a professora, é possível acionar a diretoria e agendar conversas com os professores. Existem também os conselhos escolares e as associações de pais e mestres. Há ainda aplicativos digitais e a própria agenda escolar física, adotada em muitas escolas, por meio da qual pais e professores podem trocar recados e informações sobre o desempenho dos estudantes.
Fonte: Agência Brasil
Sobre a Colunista
(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.