Coluna Educação –  21.12.2025 – Educação positiva no desenvolvimento integral do indivíduo

Educação positiva no desenvolvimento integral do indivíduo

Por Luzedna Glece(*)

Educação positiva é uma abordagem que visa desenvolver o potencial de crianças e jovens através do respeito mútuo, empatia e reforço positivo, em vez de punições e castigos. Ela foca no desenvolvimento integral do indivíduo, incluindo habilidades socioemocionais, como resiliência e segurança emocional, além do desempenho acadêmico. Seu objetivo é criar um ambiente de aprendizado seguro e construtivo.

Princípios e práticas

Foco no bem-estar e competências socioemocionais: A abordagem utiliza princípios da psicologia positiva para promover o bem-estar, a resiliência e o desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais.

Reforço positivo: Em vez de punição, utiliza o reforço positivo para reconhecer e valorizar os esforços e conquistas dos alunos, incentivando comportamentos positivos.

Ambiente seguro e respeitoso:  Busca criar um ambiente onde o aluno se sinta seguro para aprender, explorar suas potencialidades, expressar ideias e ser ouvido e respeitado.

Validação de sentimentos: Enfatiza a importância de validar os sentimentos da criança, o que não significa concordar com o comportamento, mas sim mostrar que o sentimento dela é compreendido.

Consequências lógicas: Ensina sobre as consequências naturais de suas ações, estabelecendo limites claros sem agressividade, de forma a ajudar a criança a entender expectativas e normas.

Conexão e diálogo: Fortalece os vínculos emocionais através do respeito mútuo e do diálogo, em vez de usar castigos e chantagens emocionais.

Diferença da educação tradicional

Educação tradicional: Foca mais na correção de erros e no desempenho acadêmico, podendo enfatizar métodos punitivos.

Educação positiva: Vai além das notas, focando na formação integral do indivíduo e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais e de caráter. Importante ressaltar que a educação positiva não é sinônimo de permissividade, ela preza pelo respeito com limites claros.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  14.12.2025 – A importância da parceria entre família e escola

A importância da parceria entre família e escola

Por Luzedna Glece(*)

A parceria entre família e escola é um dos principais elementos para o sucesso da educação. É comum acreditar que cada um deve cumprir seu papel separadamente. No entanto, os pais e a instituição de ensino devem estar em constante sintonia, tendo como objetivo final o pleno desenvolvimento infantil.

Diferentes motivos levam a essa separação. Os pais deixam de se envolver no ambiente escolar e nas atividades e estratégias pedagógicas que envolvem a sua participação. Por outro lado, a família não sente que as suas demandas são acolhidas pelos gestores escolares.

Uma das formas para reverter esse cenário é compreender que a educação não é responsabilidade restrita da escola, assim como não está confinada aos muros da instituição. A sociedade como um todo, a escola, a família e outros ambientes estão envolvidos no desenvolvimento humano. Também é importante que a família permita ao aluno resolver questões relacionadas a socialização com outros colegas no ambiente escolar, sem interferir de maneira direta.

Já a escola deve possuir uma gestão democrática, capaz de incentivar a participação constante dos pais no ambiente escolar. Essa relação deve ir além dos encontros para discussão de questões burocrática, como reclamações, boletins, reuniões, etc. É importante estar à disposição em horários mais acessíveis e demonstrar que a escola está aberta para  o diálogo e novas sugestões.

Benefícios da parceria família e escola

A sintonia entre família e escola possibilita que o desenvolvimento da criança e o processo de aprendizagem sejam ampliados. Dessa forma, o aluno tem a oportunidade de vivenciar experiências educativas na escola e no convívio familiar. Além disso, também são benefícios da parceria família e escola:

– Aumento do rendimento escolar

– Maior envolvimento familiar na escola

– Acompanhamento constante da criança

– Desenvolvimento cognitivo e social do aluno, entre outros.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  07.12.2025 – Formatura da Educação Infantil

Formatura da Educação Infantil

Por Luzedna Glece(*)

A formatura na educação infantil é um evento simbólico, também conhecido como formatura do ABC, que celebra o fim de uma etapa crucial do desenvolvimento da criança e o início da sua trajetória escolar. Geralmente, inclui a entrega de diplomas simbólicos, apresentações preparadas pelos alunos, discursos que valorizam o aprendizado e é uma forma de fortalecer a autoestima das crianças e promover a união entre famílias e educadores.

Essa celebração marca a transição para uma nova fase da educação básica com entusiasmo e motivação, criando um marco importante na vida das crianças e das instituições de ensino, valorizando essa fase inicial importantíssima de aprendizado e descobertas.

Essa celebração pode assumir diferentes formatos: uma cerimônia simples com entrega de certificados, apresentações musicais e o uso de becas ou fantasias, ou uma festa mais elaborada com decoração temática, painel de formatura da educação infantil e fotos comemorativas.

Certificados ou diplomas simbólicos, decoração temática com elementos lúdicos, figurinos ou vestuário infantil apropriado, músicas e apresentações das turmas e uma equipe de apoio para o dia da celebração são itens fundamentais para a realização da formatura.

Para garantir o sucesso total deve-se valorizar a participação dos formandos em todos os passos, valorizar a presença e emoções dos pais, garantir registros e vídeos do evento para memória afetiva escolar e evitar formalidades excessivas, priorizando o aspecto educativo.

Torna-se necessário conscientizar de que a celebração da formatura é um reconhecimento dos pequenos e um estímulo a sequência de novas jornadas educacionais. Afinal, quando a escola comemora cada fase, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, ela propicia um ambiente positivo e motivador, contribuindo eficazmente para o sucesso dos seus alunos.

 

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 30.11.2025 – Como escolher a melhor escola para seu filho?

Como escolher a melhor escola para seu filho?

Por Luzedna Glece(*)

Como escolher a melhor escola para os filhos? Especialistas entrevistados pela Agência Brasil dão dicas do que levar em consideração na hora de decidir onde matricular crianças e adolescentes e explicam que não existe a escola ideal, a melhor opção vai variar de acordo com as preferências da família e com as características do próprio estudante.

“Tem que visitar a escola, conhecer a estrutura física, verificar a segurança, conhecer o ambiente da escola. Não existe uma escola melhor que a outra, existe uma escola mais adequada que a outra para determinada família”, diz o mestre em educação Rodolfo Fortes, que é professor de pedagogia do Centro Universitário Iesb, em Brasília.

Formas de ensinar

Segundo a doutora em educação Shirleide Silva Cruz, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), as escolas, de acordo com os métodos de ensino que adotam, se diferenciam basicamente em dois quesitos: como lidam com o conhecimento, o que envolve o conteúdo específico que será ensinado; e, como organizam o trabalho, ou seja, com avaliam os estudantes, como é a relação do professor com o aluno.  “Quando eu escolho a escola dos meus filhos, eu vou olhar como essa escola lida com as temáticas abordadas ao longo do ano, olhar as páginas das escolas nas redes sociais, ver que tipos de projetos elas desenvolvem, vou tentar captar como essa escola entende a construção do conhecimento e como ela vê o aluno”, diz.

Entender o trabalho da escola vai ajudar a evitar frustrações, de acordo com a professora. Uma escola mais tradicional, por exemplo, tenderá ter listas de conteúdos mais volumosos, usar técnicas de aprendizagem de memorização, enquanto uma escola que segue outros métodos pode priorizar mais o diálogo e ter um ensino mais livre e personalizado para os estudantes. “A escolha tem a ver com o perfil da família, que é um mundo. A família deve ter o mínimo de clareza do que quer em relação ao projeto educativo do filho. Se escolhe uma escola que tem atividades mais livres, com menos tarefa de casa, com projetos didáticos abertos, é incoerente cobrar que queria muita tarefa de casa para o filho não ficar sem nada para fazer”, diz.

Participação da família

Independentemente da escolha da escola, de ser uma escola pública ou particular, a participação e o acompanhamento dos pais são fundamentais no período escolar. “As próprias escolas procuram ter atividades para as quais chamam a família, além da própria reunião clássica. Tenho visto outras atividades interessantes no final de semana para garantir a participação de pais trabalhadores e terem esse canal como eles”, diz Shirleide.

Além disso, segundo a professora, é possível acionar a diretoria e agendar conversas com os professores. Existem também os conselhos escolares e as associações de pais e mestres. Há ainda aplicativos digitais e a própria agenda escolar física, adotada em muitas escolas, por meio da qual pais e professores podem trocar recados e informações sobre o desempenho dos estudantes.

Fonte: Agência Brasil

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(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 23.11.2025 – Dia do Diretor Escolar

Por Luzedna Glece(*)

No dia 12 de novembro foi comemorado o dia do Diretor Escolar na maior parte do país. Em São Paulo, comemora-se no dia 18 do mesmo mês. O Dia do Diretor Escolar é uma data que homenageia o profissional que lidera e administra a escola, garantindo a qualidade do ensino e o bem-estar dos alunos, professores e funcionários, de toda comunidade escolar.

Essa ocasião é uma oportunidade para reconhecer e valorizar o trabalho desse profissional que contribui para a educação e a formação dos estudantes como cidadãos, contribuindo para a formação de seres capazes de transformar essa sociedade em uma sociedade mais justa, humana e igualitária.

Para exercer essa função com competência e responsabilidade, esse profissional deve ter uma formação adequada, graduação em Pedagogia e algumas habilidades diferenciadas como uma visão ampla e estratégica da educação e um perfil de liderança participativa, justa, humana, igualitária e democrática.

Em um cenário de constantes desafios e mudanças diárias, o diretor escolar precisa se reinventar e adaptar a sua gestão para atender às necessidades dos alunos, dos professores e da comunidade escolar como um todo. Ter um dia especial para homenagear o diretor escolar é uma forma de gratidão e incentivo a esse profissional que faz a diferença na vida de muitas pessoas e na sociedade em geral.

Torna-se uma celebração justa para o importante trabalho que esse profissional realiza no ambiente escolar. O papel do diretor escolar, sem dúvidas, é fundamental na instituição de ensino. Esse profissional está à frente de toda a demanda escolar. Sua missão é liderar todo o processo. Gerir toda gestão da escola, estando à frente do trabalho educacional e muitas vezes administrativo também, sendo a maior referência das instituições, principalmente, pedagógica. Suas atribuições lhe conferem a responsabilidade de garantir a qualidade do ensino na instituição e atender toda a comunidade escolar, de modo que atuem juntos no processo de ensino e aprendizagem para que ele seja efetivo, dinâmico e que corresponda as expectativas da comunidade.

O diretor escolar é o líder da escola e, como tal, tem a responsabilidade de administrar todas as atividades que a instituição realiza, guiando o trabalho e a função de todos que compõem a comunidade escolar. Portanto, manifesto o meu grande orgulho e gratidão primeiramente à DEUS que me confiou essa missão e aos alunos e pais por caminharem comigo nessa digna tarefa de educar.

 

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(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 26.10.2025 – Bullying nas escolas: é hora de agir

Por Luzedna Glece(*)

O Dia Mundial de Combate ao Bullying, celebrado no dia 20 de outubro, é um momento dedicado à reflexão sobre prevenção e enfrentamento do bullying escolar. Esta prática, segundo o doutor em Educação Lucelmo Lacerda, afeta diretamente o bem-estar psicológico de crianças e adolescentes. No artigo abaixo, ele apresenta caminhos para aumentar o engajamento de familiares e da comunidade escolar no combate ao bullying.

Bullying nas escolas: é hora de agir

Por Lucelmo Lacerda

Doutor em Educação e autor do livro “Crítica à pseudociência em educação especial”.

O bullying escolar é um problema sério que pode ter impactos profundos e duradouros na vida dos estudantes. Sofrer esse tipo de violência na infância e adolescência aumenta significativamente a probabilidade de desenvolver depressão, ansiedade e baixa autoestima, além de comprometer o rendimento acadêmico e o futuro profissional. Os efeitos podem se prolongar até a vida adulta, interferindo na construção de relacionamentos saudáveis e na inserção no mercado de trabalho.

Para enfrentar efetivamente essas situações, é fundamental que toda a comunidade escolar compreenda claramente o que caracteriza o bullying, facilitando sua identificação e permitindo a adoção de medidas adequadas. Isso inclui reconhecer tanto manifestações físicas e verbais quanto formas mais sutis, como exclusão social, comentários depreciativos e cyberbullying.

Os alunos devem ter canais seguros para reportar os casos, seja por meio de professores, coordenadores ou da direção, garantindo que as denúncias sejam tratadas de forma eficiente, protegida e sigilosa. A escola deve estimular a cultura do diálogo, da empatia e do respeito entre estudantes, promovendo campanhas educativas, rodas de conversa e atividades que reforcem valores de cooperação e solidariedade.

É igualmente importante estabelecer uma hierarquia de consequências, já que o bullying pode se manifestar de diferentes formas, desde comentários isolados até casos graves de preconceito, cyberbullying ou violência física. Cada situação demanda respostas proporcionais, justas e educativas, que orientem os agressores sobre a gravidade de suas atitudes, ao mesmo tempo em que oferecem suporte às vítimas.

O engajamento familiar desempenha um papel crucial nesse processo. As escolas devem promover a participação ativa dos pais na educação sobre valores e respeito, além de dialogar com as famílias sobre comportamentos prejudiciais, oferecendo orientações sobre como identificar sinais de bullying e apoiar os filhos quando necessário.

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(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 19.10.2025 – A importância dos mestres

Por Luzedna Glece (*)

Estava com a matéria da nossa coluna prontinha, quando recebo uma mensagem de uma ex-aluna do curso de pedagogia, me solicitou registrar em minha coluna o texto abaixo, que realmente resume muito a importância dos mestres em nossas vidas! A autora foi sábia, sensível e perspicaz ao escrever o texto.

Registro aqui a nossa admiração por vocês mestres que moldam mentes para o futuro, educam para a vida libertam e transformam seres.

“A palavra que expressa a admiração, respeito e carinho por meus professores é AGRADECIMENTO.

Agradecer pela paciência, pela partilha de conhecimento, pelos ensinamentos para a vida. O professor não somente ensina matérias. O professor disciplina alunos, aconselha, gerencia atividades, planeja o futuro e principalmente é formador de opinião. O professor nos faz pensar, refletir, colocar as ideias no lugar.

O que seria de nós sem os professores, que, aliados aos pais, nos formam personalidades do bem? Professores não são esquecidos, são lembrados com carinho e ternura. O saudosismo sempre é válido em se tratando de professores.

Quem não se lembra dos professores que marcaram sua vida, daquela aula cuja matéria era muito interessante, daquela bronca não bem recebida pela imaturidade? Quem não se lembra dos jeitos particulares e únicos de cada um lecionar? Quem não se lembra da rigidez cobrada para cumprimento do respeito mútuo?

Aos mestres agradeço pela luta diária, pela motivação não monetária para exercer com profissionalismo da melhor forma.

Os professores nos apresentaram matérias que muito usaremos na vida e outras lições que não estavam incluídas nos livros.

Sou grata e honrada pelos professores que tive, pelos ensinamentos que colhi e pela certeza da contribuição árdua desses profissionais para mudanças significativas e cumprimento da frase tatuada na nossa bandeira: Ordem e Progresso”.

 

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 12.10.2025 – Outubro: Mês das crianças… mês dos mestres!

Por Luzedna Glece(*)

Outubro: Mês das crianças… mês dos mestres!

Durante esse mês, o tema inclusão muito tem sido debatido nas escolas, famílias e nos demais âmbitos da sociedade. Orgulhosamente, tenho recebido de várias pessoas seguidoras da coluna, sugestões de temas e a manifestação de entusiasmo sobre esta coluna em um jornal tão respeitado como OFOLHA. Recebi da senhora Maria Geralda Marques Veríssimo, vereadora da cidade de Piedade dos Gerais e ex-diretora da Escola Estadual Padre Pedro Thysen, um texto escrito por ela sobre o tema inclusão. Afirmo, se tratar de uma profissional séria, ética e preocupada com as questões sociais da sua cidade, do nosso estado e país. Convido a todos a lerem com bastante atenção o texto enviado e formulado de maneira inteligente e perspicaz.

 

Sobre muros e gente

Por Maria Geralda Marques Veríssimo

Há alguns dias participei de uma festa beneficente em uma fazenda linda. Algumas coisas chamaram a minha atenção, dentre elas a harmonia entre plantas e pedras. Mas sobre isso falaremos depois. Por agora basta-nos o muro de pedras. Basta-nos pela sua imponência, sua força leve e pela perfeição com que foi construído. Não sei se você já parou para observar um muro de pedras. Como é interessante como cada uma se encaixa, permitindo que a outra, independente da sua forma e do seu tamanho, exerça a sua função para a sustentação do todo.

Ali, na construção do muro, ninguém fala em INCLUIR uma pedra. Não é preciso incluir porque ela nunca foi excluída. Fala-se em encontrar o melhor lugar para que ela faça a diferença, sem chamar a atenção para ela. Não há nenhuma necessidade. Ninguém pára e tira foto da pedra, e sim do muro.

Na construção, o pedreiro simplesmente sente onde a pedra será útil e a encaixa. Simplesmente a encaixa. Sem pretensão de torná-la melhor. Ela já é boa do jeito que é. Só precisa de ser vista e inserida. Mas ele, o pedreiro, só faz isso com perfeição porque se preparou para a construção.

É preciso preparar-se.

Percebe?

Incluir pessoas não é tão diferente.

É preciso preparo e aceitação. Principalmente dos PRE conceitos (reforço da ideia) mais íntimos. É preciso de disponibilidade para despir-se das vaidades, dos “acertísmos” e estar pronto para aprender.

Milagres podem até existir, mas é preciso querer que eles aconteçam e ESTAR PRONTO para quando aconteceram saber o que se faz com eles.

A pedra, aquela do muro, era só a pedra. Pesada. A que faz tropeçar. A que fica no meio do caminho…

 

Concluindo temporariamente o assunto sobre inclusão, reforço que apesar de muito termos avançado sobre a importância do INCLUIR, ainda muito temos que avançar. Ações governamentais tornam-se extremamente necessárias para um crescimento maior. Talvez o grande segredo da inclusão é respeitar o que cada um traz de positivo para a construção de algo maior (o muro). Que jamais ressaltemos em nossas crianças e adultos, aquilo que os fazem sentir menos capazes, ou sem um lugar a ocupar (a pedra). Enfim, o padrão que se deseja para inserir as crianças com dificuldades e/ou distúrbios nos ambientes escolares e na sociedade de forma geral, vem evoluindo com muita luta e trabalho de pessoas estudiosas e humanas, que objetivam trazer a dignidade para essas pessoas que clamam pelo seu espaço nessa sociedade tão egoísta e pouco preparada para a diversidade.

Faça a sua parte! Entusiasme seus companheiros a fazerem o mesmo! Façamos juntos a diferença na vida dessas famílias. 

O pedreiro… Ah, o pedreiro…

 

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.